ARTISTAS CONVIDADOS

 

Ahn Sooyoung Company

Seoul, Coréia do Sul

CiA Jézsef Trefeli
& Gábor Varga

Geneva, Suíça

Cie Sens Interieur Brut

Paris, França

Guto CarvalhoNeto

Rio de Janeiro, RJ

Nimo cia de Dança

Rio de Janeiro, RJ

ZIGAN & GASPER

Ljubljana, Eslovênia

Ana Vitória
e Angel Vianna

Rio de Janeiro, RJ

Cia Khoros de Dança

Rio de Janeiro, RJ

GN |
MC Guy Nader |
Maria Campos

Barcelona, Espanha

João Rafael Neto

Salvador, BA

Romual Kabore

Ougadougou, Burquina Faso

CFB Christian and François Ben Aïm

Paris, França

FOCUS CIA DE DANÇA

Rio de Janeiro, RJ

Grupo tápias

Paris, França

Muovere Cia de Dança

Porto Alegre, RS

Trânsito Cia de Dança

Capivari de Baixo, SC
e Entre Rios do Sul, RS


CENA ABERTA CARIOCA

DIÁLOGOS EM CENA ABERTA
Jovens coreógrafos e faculdades de dança ganham espaço de experimentação no Festival DANÇA EM TRÂNSITO 2018.

O encontro acontece no dia 8 de AGOSTO, às 20h30, na Casa França Brasil.
 

Seis ou sete obras de até 15 minutos cada, acabadas ou em construção, serão apresentadas, interpretadas, discutidas e experimentadas numa sessão mais que especial do Dança em Trânsito 2018. A proposta do festival é abrir espaço para trabalhos criados por alunos dos cursos universitários de dança de algumas das principais escolas do Rio, e também para obras individuais de jovens coreógrafos. Os trabalhos escolhidos terão a oportunidade de fazer uso de um tempo/espaço livre para compartilhar suas obras, falar sobre o contexto e experimentar, ao vivo e a cores, a reação do público.

  COME OUT TO PLAY  Eleonora Artysenk e Lucas Fonseca    Reflexos de uma conduta imposta em que o corpo vai contra o movimento de ordem e organização, em uma troca contínua de autoridade e subordinação mútuas, Come out to play, joga com as ações fornecidas pelos signos que a cidade/território nos apresenta, transformando o seu engendramento estabelecido em uma esfera de movimento indivíduo-coletivo libertário.   FICHA TÉCNICA:    Criação/Direção/Performance:  Eleonora Artysenk e Lucas Fonseca  Duração:  40 minutos

COME OUT TO PLAY
Eleonora Artysenk e Lucas Fonseca

Reflexos de uma conduta imposta em que o corpo vai contra o movimento de ordem e organização, em uma troca contínua de autoridade e subordinação mútuas, Come out to play, joga com as ações fornecidas pelos signos que a cidade/território nos apresenta, transformando o seu engendramento estabelecido em uma esfera de movimento indivíduo-coletivo libertário.

FICHA TÉCNICA:

Criação/Direção/Performance: Eleonora Artysenk e Lucas Fonseca
Duração: 40 minutos

  OLHODUM  Cacá Otto Reuss    OLHODUM simboliza a vontade de descoberta. Um novo olhar sobre si e sobre o mundo. Um corpo que acolhe e aceita uma possível realidade, se colocando no lugar do estranhamento e da incerteza., para alcançar uma outra forma de existir e pertencer.   FICHA TÉCNICA:    Bailarina criadora:  Cacá Otto Reuss  Orientadora:  Renata Versiani  Imagem/Projeção:  Brigitte Wittmer  Música:  Coccolino Deep – Closer  Duração:  10 minutos

OLHODUM
Cacá Otto Reuss

OLHODUM simboliza a vontade de descoberta. Um novo olhar sobre si e sobre o mundo. Um corpo que acolhe e aceita uma possível realidade, se colocando no lugar do estranhamento e da incerteza., para alcançar uma outra forma de existir e pertencer.

FICHA TÉCNICA:

Bailarina criadora: Cacá Otto Reuss
Orientadora: Renata Versiani
Imagem/Projeção: Brigitte Wittmer
Música: Coccolino Deep – Closer
Duração: 10 minutos

  NAKARADA  Tais Almeida    NAKARADA é uma performance que tem em ação um papel nacarado de 5m² e um performer.  A palavra “Karada” significa corpo em japonês, e não por acaso, Nakarada é uma peça onde o papel sai da inércia e ganha vitalidade, corpo. No choque entre o performer e papel, a entidade Nakarada aparece, uma intersecção entre objeto e corpo. À escuta de mundos que se desvelam pelo devir do papel, um corpo NAKARADA furta-cores, sentidos e sensações, do fundo do mar ao universo queer, um corpo anamórfico surge à deriva de uma experiência multissensorial.   FICHA TÉCNICA:    Criação e Performance:  Tais Almeida  Dramaturgia:  Felipe Ribeiro  Colaboração em cena:  Marcílio Fernandes  Iluminação:  Tais Almeida e Marcílio Fernandes  Criação de Projeção:  Tais Almeida  Música:  Tais Almeida  Residência Artística:  Rampa Lugar de Criação 2018.1  Apoio:  Departamento de Arte Corporal da UFRJ e La VIDa - Laboratório de Vídeo e Imagens da Dança (UFRJ).  Duração:  15 min

NAKARADA
Tais Almeida

NAKARADA é uma performance que tem em ação um papel nacarado de 5m² e um performer.  A palavra “Karada” significa corpo em japonês, e não por acaso, Nakarada é uma peça onde o papel sai da inércia e ganha vitalidade, corpo. No choque entre o performer e papel, a entidade Nakarada aparece, uma intersecção entre objeto e corpo. À escuta de mundos que se desvelam pelo devir do papel, um corpo NAKARADA furta-cores, sentidos e sensações, do fundo do mar ao universo queer, um corpo anamórfico surge à deriva de uma experiência multissensorial.

FICHA TÉCNICA:

Criação e Performance: Tais Almeida
Dramaturgia: Felipe Ribeiro
Colaboração em cena: Marcílio Fernandes
Iluminação: Tais Almeida e Marcílio Fernandes
Criação de Projeção: Tais Almeida
Música: Tais Almeida
Residência Artística: Rampa Lugar de Criação 2018.1
Apoio: Departamento de Arte Corporal da UFRJ e La VIDa - Laboratório de Vídeo e Imagens da Dança (UFRJ).
Duração: 15 min

  QUASE  Vanessa Garcia    Em ''QUASE - instintos, extintos ou distintos'' pessoas ocupam o palco e inventam uma linguagem do corpo para dialogarem entre si, com suas expressões distintas, suas palavras ancestrais e extintas, que encaixam e desencaixam, que conseguem ser entendidas e desentendidas, corpos que juntos falam de uma coisa que é comum a todos, que pertence a todos, que reúne todos, corpos que nunca param de se movimentar para num movimento de massa fazer uma reformulação do pensamento sobre o corpo em cena, do corpo no espaço, os seguidores e os seguidos, que se julgam e se apoiam, se legitimam. Um jogo de singularidades que unidas em deslocamento explodem histórias, danças e narrativas. O caos e a organização em movimento contínuo. É possível o corpo coletivo se organizar sem uma liderança?  É possível caminhar lado a lado com a diferença e seguir na mesma direção?   FICHA TÉCNICA:    Direção:  Vanessa Garcia  Elenco:  Victor Seixas, João Mandarino, Pablo Alves, Alexandre Maia, Nicole Gomes, Georgia Tonus, Mayara Máximo, José Henrique Ligabue, Andre Celant, Manu Libman, Mateus Tiburi e Carolina Maria  Dramaturgia:  Mayara Máximo, Mateus Tiburi e Vanessa Garcia  Direção Musical:  Guilherme Kastrup Iluminação: Fernanda Mantovani  Figurino:  Luiza Fardin  Identidade Visual:  Alexandre Maia Vídeo-dança e projeções: Lucas Canavarro e Alexandre Maia  Direção de Fotografia:  João Paulo Casalino  Direção de Produção:  Renata Pimenta

QUASE
Vanessa Garcia

Em ''QUASE - instintos, extintos ou distintos'' pessoas ocupam o palco e inventam uma linguagem do corpo para dialogarem entre si, com suas expressões distintas, suas palavras ancestrais e extintas, que encaixam e desencaixam, que conseguem ser entendidas e desentendidas, corpos que juntos falam de uma coisa que é comum a todos, que pertence a todos, que reúne todos, corpos que nunca param de se movimentar para num movimento de massa fazer uma reformulação do pensamento sobre o corpo em cena, do corpo no espaço, os seguidores e os seguidos, que se julgam e se apoiam, se legitimam. Um jogo de singularidades que unidas em deslocamento explodem histórias, danças e narrativas. O caos e a organização em movimento contínuo. É possível o corpo coletivo se organizar sem uma liderança?

É possível caminhar lado a lado com a diferença e seguir na mesma direção?

FICHA TÉCNICA:

Direção: Vanessa Garcia
Elenco: Victor Seixas, João Mandarino, Pablo Alves, Alexandre Maia, Nicole Gomes, Georgia Tonus, Mayara Máximo, José Henrique Ligabue, Andre Celant, Manu Libman, Mateus Tiburi e Carolina Maria
Dramaturgia: Mayara Máximo, Mateus Tiburi e Vanessa Garcia
Direção Musical: Guilherme Kastrup
Iluminação: Fernanda Mantovani
Figurino: Luiza Fardin
Identidade Visual: Alexandre Maia
Vídeo-dança e projeções: Lucas Canavarro e Alexandre Maia
Direção de Fotografia: João Paulo Casalino
Direção de Produção: Renata Pimenta

  FEITO FIO FOSSE TELA    Helena Heyzer    Tecer um corpo, construir caminhos. Movimento de encontro entre o belo e animalesco, a vida, morte e a busca por novos espaços do corpo real e imaginário.  O corpo da bailarina sob a perspectiva da figura mitológica da mulher aracne é a motivação da obra.   Feito Fio Fosse   Teia  constrói sua trama a parti do diálogo entre o feminino e o estranho. Da capacidade de habitar um corpo permeado de transformações e adaptações, criando novos modos de existir e reexistir.     FICHA TÉCNICA:    Concepção e interpretação : Helena Heyzer  Direção de Movimento : Paulo Mantuano  Orientação : Renata Versiani  Figurino  : Helena Heyzer  Duração : 10 ´  Trilha Sonora  : Furmiga dub  

FEITO FIO FOSSE TELA
Helena Heyzer

Tecer um corpo, construir caminhos. Movimento de encontro entre o belo e animalesco, a vida, morte e a busca por novos espaços do corpo real e imaginário.

O corpo da bailarina sob a perspectiva da figura mitológica da mulher aracne é a motivação da obra.

Feito Fio Fosse Teia constrói sua trama a parti do diálogo entre o feminino e o estranho. Da capacidade de habitar um corpo permeado de transformações e adaptações, criando novos modos de existir e reexistir.  

FICHA TÉCNICA:

Concepção e interpretação: Helena Heyzer
Direção de Movimento: Paulo Mantuano
Orientação: Renata Versiani
Figurino : Helena Heyzer
Duração: 10 ´
Trilha Sonora : Furmiga dub
 

  RESULTADO DO PROJETO ASSOCIADO "Criações Expressas"   Em 2018, o Dança em Trânsito está em parceria com o Referência em Artes para a realização da edição de agosto do projeto “Criações Expressas”, um produto exclusivo do Referência em Artes, com direção de Renata Versiani e Fernanda Cavalcanti.  Aberto a artistas que queiram participar, a proposta desse projeto é uma prática criativa compartilhada de 18 horas de trabalho.  O desafio para os participantes (coreógrafo/diretor de movimento, que será o facilitador corporal da ação e os artistas inscritos) é dialogar com alguma outra arte e inseri-la em seu processo criativo durante essa curta residência, cujo resultado final será uma performance aberta ao público.  Dessa forma, o “Criações Expressas” é um espaço de manifestação artística transdisciplinar! 

RESULTADO DO PROJETO ASSOCIADO "Criações Expressas"

Em 2018, o Dança em Trânsito está em parceria com o Referência em Artes para a realização da edição de agosto do projeto “Criações Expressas”, um produto exclusivo do Referência em Artes, com direção de Renata Versiani e Fernanda Cavalcanti.

Aberto a artistas que queiram participar, a proposta desse projeto é uma prática criativa compartilhada de 18 horas de trabalho.

O desafio para os participantes (coreógrafo/diretor de movimento, que será o facilitador corporal da ação e os artistas inscritos) é dialogar com alguma outra arte e inseri-la em seu processo criativo durante essa curta residência, cujo resultado final será uma performance aberta ao público.

Dessa forma, o “Criações Expressas” é um espaço de manifestação artística transdisciplinar!